Retorno

Estou retornando após um mês e dois dias longe desse espaço por motivos particulares, à cobertura diária com notícias e opiniões a respeito da Sociedade Esportiva Palmeiras e sua temporada.

Nesse período longe, estive sempre acompanhando a tentativa sem sucesso do Verdão em chegar mais próximo ao rival do Parque São Jorge e atual campeão brasileiro.

Sob o comando de Alberto Valentim até o final da temporada foram vitórias sobre a Ponte Preta, Grêmio, empate com o Cruzeiro em 2 a 2, derrotas para o Corinthians, fora de casa (que decretou o título a eles), Vitória-BA e triunfos diante de Flamengo por 2 a 0 e Sport por 5 a 1 ontem no Allianz Parque sobre o qual darei a minha opinião sobre o jogo e o resultado que classificou o Verdão direto já para a fase de grupos à Libertadores da América 2018.

 

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Alviverde bate lanterna fora de casa

Sob o comando de Alberto Valentim, o Palmeiras venceu o Atlético/GO por 3 a 1 e voltou forte para a briga pela vaga direta da Libertadores da América no próximo ano. Os gols do Verdão foram marcados por Willian, Moisés e Dudu com todo o destaque para Keno, que participou com assistências para os gols. Confira:

A rodada 29 reserva para quinta-feira desta semana no Pacaembu o reencontro entre Palmeiras e Eduardo Baptista, hoje treinador da Ponte Preta e demitido do Verdão em maio deste ano.

Eiii… Chama o Alberto Valentim!

valentim

A cada troca de treinadores no Palmeiras é assim. “Eiiii chama o Valentim!” Já foi assim nas demais quatro vez em que houve transições de um trabalho para outro e desde 2014 quando o ex-lateral direito, que é da comissão fixa do Palmeiras e auxiliar dos técnicos que passam pela Academia de Futebol. O presidente Mauricio Galiotte confirmou, em coletiva nesta tarde, que Valentim será o técnico do Palmeiras até segunda ordem.

O auxiliar fez sete jogos após a saída de Gilson Kleina e à espera de Ricardo Gareca. Após o técnico argentino sair em setembro, Valentim foi novamente acionado. Em 2015 e 2016 o interino assumiu novamente o cargo após as saídas de Oswaldo Oliveira e Marcelo Oliveira. No total são seis vitórias, um empate e três derrotas no comando do Verdão obtendo 63,3% de aproveitamento.

Após a saída de Cuca no ano passado, Alberto Valentim chegou a ser cogitado no comando do Palmeiras para essa temporada. Como houve o acerto com Eduardo Baptista, ele pediu demissão indo para o Red Bull Brasil, que disputou a série A1 do Paulistão e conseguiu manter o time na primeira divisão paulista para o próximo ano. Após esse período, o auxiliar fez estágios na Udinese e Roma durante um mês antes de voltar ao Palmeiras em junho a pedido de Cuca.

Como terá segurança e tranquilidade para trabalhar, Alberto Valentim tem a missão de classificar o Palmeiras para a Libertadores da América de 2018. E terá 11 jogos para isso começando logo mais às 17h diante do Atlético/GO, fora de casa. Ainda restam 33 pontos em disputa e hoje o Verdão está na quinta posição do Brasileirão com 44 pontos.

Veja todos os jogos de Alberto Valentim como interino no Palmeiras:

Após a saída de Gilson Kleina

10/05/2014: Palmeiras 2 x 0 Goiás (Campeonato Brasileiro)

14/05/2014: Palmeiras 3 x 0 Sampaio Corrêa (Copa do Brasil)

18/05/2014: Vitória 0 x 1 Palmeiras (Campeonato Brasileiro)

22/05/2014 Palmeiras 1 x 0 Figueirense (Campeonato Brasileiro)

25/05/2014: Chapecoense 2 x 0 Palmeiras (Campeonato Brasileiro)

28/05/2014: Palmeiras 0 x 2 Botafogo (Campeonato Brasileiro)

01/06/2014: Grêmio 0 x 0 Palmeiras (Campeonato Brasileiro)

Após a saída de Ricardo Gareca

04/09/2014: Atlético-MG 2 x 0 Palmeiras (Copa do Brasil)

Após a saída de Oswaldo de Oliveira

14/06/2015: Palmeiras 2 x 1 Fluminense (Campeonato Brasileiro)

Após a saída de Marcelo Oliveira

13/03/2016: São Paulo 0 x 2 Palmeiras (Campeonato Brasileiro)

Era hora de Cuca sair!

Assim como toda a massa palmeirense foi pega de surpresa com a demissão de Cuca em comum acordo com a diretoria Alviverde, esse blogueiro também foi pego de surpresa com a informação conformada ontem no início da tarde. Mas quem é palmeirense de verdade sabe que o andamento de seu trabalho não estava bom desde o início da segunda passagem do treinador. Este blogueiro deixa clara aqui a admiração e o agradecimento pelo trabalho do treinador por me levar às lágrimas sendo campeão após 22 anos. Cuca é um dos melhores técnicos de clubes que há, porém acredito que era realmente a hora de ele sair e de o Palmeiras procurar novos ares, novas ideias.

Quem se lembra se sua coletiva de apresentação em seu retorno, este blogueiro se lembra de ter pensado “nossa como o Cuca está sério” e ele realmente estava, parecia incomodado e descontente de substituir Eduardo Baptista a quem havia passado o bastão em dezembro de 2016 sendo campeão nacional após 22 anos.

Assim como o agora treinador da Ponte Preta, Cuca chegou a dizer que a equipe se autopressionou muito na temporada investindo mais de R$ 115 milhões em contratações e sem dar o resultado esperado, sendo eliminado na Copa do Brasil para o Cruzeiro, na Libertadores pelo Barcelona-EQU e ficando a 14 pontos do líder e virtual campeão Corinthians, justamente seu maior rival.

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Mas passada a apresentação e a empolgante vitória por 4 a 0 diante do Vasco pelo Brasileiro, o técnico começou a ter insegurança em alguns atletas e em qual seria a melhor forma de montar o time. Ele tentou de todas as formas fazer com que o Alviverde recuperasse o bom futebol. Mudou esquemas, trocou jogadores, peças em campo, voltou ao esquema tático de 2016, tudo para tentar fazer com que o time apresentasse mais do que vinha fazendo. Não deu certo. Não deu “liga” como se fala em futebol.

O Palmeiras diante do Bahia foi um catadão de dar dó, de dar pena e merecia sim ter perdido o jogo diante de um arrojado time baiano ainda se acostumando a Paulo César Carpegiani. Só não tomou a virada, porque Régis, aquele mesmo que passou pelo Verdão e quase não teve chances, perdeu a mais clara oportunidade do jogo aos 43 da segunda etapa. Mas a demissão do treinador não foi pelo resultado em si, e sim, pelo conjunto da obra.

Cuca chegou a falar em entrevistas coletivas que o time desse ano era mais fraco do que o do ano passado, deixou claro que era o time, os 11 iniciais e não o elenco. Ele perdeu Gabriel Jesus e Vitor Hugo vendidos, Moisés em boa parte da temporada lesionado. Em compensação trabalhou com um elenco montado por Eduardo Baptista, que deu aval para contratações do quilate de Miguel Borja e Alejandro Guerra, Michel Bastos e claro Felipe Melo, além de outras opções como Hyoran e Raphael Veiga, jovens valores pensando no futuro do Verdão.

Além do fato de se autopressionar sozinho querendo “ganhar tudo” porque formou o melhor grupo do Brasil, Cuca não conseguiu dar padrão de jogo ao time e ao elenco multimilionário. Este blogueiro costuma dizer que futebol é como a vida. Nem sempre dinheiro traz tudo que se quer. No caso do Palmeiras é dito e feito. O elenco mais caro do futebol brasileiro não forma um time.

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O treinador teve imensas dificuldades em escolher 11 jogadores. Todo jogo tinha trocas, machucados, suspensos, o que só dificulta o trabalho de definição. De acordo com ele “por diversos fatores”. Lembremos também que ele deixou a maior contratação do clube o colombiano Borja, de R$ 33 milhões esquentando o banco de reservas e só o expunha ao ridículo como contra o Vasco que o camisa 9 nem pegou na bola porque entrou aos 46 da segunda etapa!!

O ex-comandante tentou substituir Gabriel Jesus trazendo Deyverson, um ilustre desconhecido que fez sua carreira toda na Espanha e teve destaque por fazer gols em Barcelona e Real Madrid. Mais uma vez, a tentativa não deu resultado! O camisa 16 custou R$ 18 milhões aos cofres do Palmeiras e claro que tem seu valor, mas percebeu-se claramente diante do Bahia a falta de habilidade, dificuldades e despreparo para receber de costas, fazer um pivô. Chegou a ser medíocre. Ele fez poucos gols pelo Verdão, além de não bater o pênalti na decisão contra o Barcelona-EQU que eliminou o time da Libertadores.

Foi dessa maneira que Cuca se despediu do Palmeiras nesse ano da mesma forma que entrou: perdido! Pois pegou um elenco que não era “seu”, montado por Eduardo Baptista, não participou da montagem por questões familiares e não conseguiu fazer o time jogar. Dois meses após o técnico desembarcar no Verdão, ele reclamava de tempo para treinar, pois se jogava quarta e domingo. Depois das eliminações com semanas cheias de folgas e trabalho, o time também não conseguiu render conforme o esperado. Não se viu chutes de fora, nem laterais para a área, o “Cucabol” sumiu. Defesa muito vulnerável e perdida tanto nas jogadas aéreas defensivas e ofensivas.

Mas não foi só Cuca que errou nas escolhas. A diretoria entenda-se Alexandre Mattos e Mauricio Galiotte erraram em não buscar um nome forte no mercado de treinadores brasileiros para 2017 do clube no qual a grande ambição era a Libertadores da América. Erro de avaliação do diretor.

Não se sabe até que ponto também os atletas contribuíram para isso. Todos os jogadores, sem exceção, começaram a má fase e senão estavam machucados. Desde Fernando Prass, antes inquestionável no gol Alviverde e que passou a falhar seguidamente, Jean, Egídio, Tchê Tchê, Michel Bastos, Egídio, Mayke, todos muito abaixo esse ano sob o comando de Cuca. Há ainda alguns que nem se sabia que estavam no elenco ainda como Bruno Henrique, Fabiano, Raphael Veiga, Hyoran, pois não entraram mais. Todos muito mal.

Algo que também incomodava todo o torcedor palmeirense era o jeito de Cuca na coletivas pós-jogo. Dessa vez com contrato até dezembro de 2018, o treinador dava sempre uma alfinetada mostrando estar descontente e jogou algumas vezes para a diretoria indicando que esperaria o fim do ano para após uma reunião decidir o que aconteceria no futuro sobre sua permanência no clube.

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Outro episódio que marcou negativamente a passagem do técnico foi a briga entre ele e Felipe Melo no vestiário ainda após a eliminação para o Cruzeiro na Copa do Brasil. Na volta para São Paulo, Cuca disse que não via o volante com chances de ser titular pela característica que o camisa 30 apresentava. Bons passes passes verticais e saída de jogo, mas sem a “pegada” que queria o treinador naquele momento. Sabe-se que Cuca é adepto dos volantes que perseguem os meias, enquanto que Felipe é lento para a função e jogava por setor como aprendeu em 12 anos de Europa.

Felipe Melo até se retratou por faltar com respeito ao técnico no momento de raiva. O treinador aceitou as desculpas mas disse que não trabalharia mais com o jogador. No mesmo fim de semana, vazou um áudio de WhatsApp que o volante chama o seu treinador de mau caráter e se oferecia ao Flamengo, seu time de coração. Após o episódio, Melo ficou um mês treinando sozinho na Academia. Chegou a ser colocado à disposição de outros clubes, mas permaneceu lá. Cuca não teve outra saída a não ser reintegrá-lo, pois o camisa 30 estava processando o clube na justiça por não poder trabalhar junto aos companheiros.

Cuca perdeu a linha. O último ato do comandante dirigindo o Verdão foi um sinal de desespero. Ele deixou Guerra, Raphael Veiga e Hyoran no banco, três armadores NO BANCO e com Dudu e Moisés pouco inspirados, não houve criação de jogadas. Parecia mesmo um “catadão” em campo com atletas perdidos e diante de um time fechado e bem armado por Carpegiani. Cuca lançou Felipe Melo no lugar de Bruno Henrique e Borja no ataque na vaga de Deyverson, lutador, mas bastante apagado no jogo, mas o colombiano pouco produziu e conseguiu piorar o time. Foi o última tentativa dele e não deu certo.

Ao final do pronunciamento de ontem, ele deixou claro seu descontentamento ao querer participar da montagem do grupo para o ano que virá. Entretanto, na opinião deste blogueiro não se viu nele a gana, a vontade de vencer a qualquer custo como na primeira passagem. Ele realmente parecia outro e realmente ficou evidente após o empate diante de um time frágil como o Bahia que a segunda passagem dele não foi o que todos os palmeirenses esperavam.

Cuca não é mais técnico do Verdão

Dizem que a sexta-feira 13 é um dia de azar para aqueles que acreditam. Pelos lados da Academia de Futebol o dia de hoje foi bastante agitado e pegou a todos de surpresa. Cuca, em comum acordo com a diretoria, entendeu que era hora de deixar o clube. O atual campeão brasileiro pelo Verdão comandou a equipe em sua segunda passagem em 34 jogos com 16 vitórias, sete empates e 11 derrotas. Veja o que disse o técnico em sua despedida.

Palmeiras vacila e cede empate ao Bahia

Após a parada de 10 dias entre a última derrota para o Santos e o duelo diante do Bahia, o Palmeiras vencia por 2 a 0, mas cedeu o empate ao time do estreante técnico Paulo César Carpegiani. Os gols Alviverdes foram anotados por Willian e Bruno Henrique. Confira:

O resultado não foi bom para o Verdão que ficou apenas na quinta posição do certame com 44 pontos ganhos. Neste domingo, o time de Cuca viaja à Goiânia encarar o lanterna Atlético/GO no Serra Dourada.

Cuca não joga a toalha pelo título

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Após tropeçar no Santos em pleno Allianz Parque, após duas vitórias, o técnico Cuca continua pensando em título neste ano. Embora seja complicado tirar 12 pontos para o Corinthians, ele garantiu que o foco total da equipe agora é terminar bem esses jogos e pretende continuar no Verdão em 2018.

“É errado falarmos que vamos vencer os 12 jogos restantes, mas não é errado ter a ambição de fazê-lo. Se conseguirmos, teremos 79 pontos ao final do campeonato, e temos que pensar dessa forma, não vou pensar diferente”, disse o treinador alviverde.

O comandante Alviverde fez uma projeção para vencer os jogos entre as rodadas 24 a 29 do Brasileirão, somando um total de 18 pontos. Conseguiu seis pontos, mas foi derrotado pelo Santos, no clássico. Nem assim, Cuca deixa de acreditar que poderá chegar no líder da competição.

“A gente fez uma projeção de seis jogos, perdemos um, mas ainda faltam três. Se você consegue fazer 15 de 18, está dentro. Não pense que perdeu para o Santos que está fora, jogou toalha; não jogamos toalha nenhuma”, sentenciou. O Palmeiras tem 43 pontos e é o quarto colocado do Brasileirão. Tentando ainda se manter na briga, o Alviverde volta a campo apenas na quinta-feira da próxima semana contra o Bahia, às 21h, no Pacaembu.

Alviverde perde “final” no Allianz

O Verdão entrou em campo com uma grande possibilidade de garantir a vice-liderança se vencesse o Santos em seu estádio com mais de 35 mil pessoas. Além disso, para essa partida, o adversário tinha desfalques importantes como Renato, Vitor Ferraz, Lucas Lima. Porém a condição do gramado, encharcado por causa da forte chuva que caiu em São Paulo, uma hora antes da partida favoreceu o jogo destrutivo do Alvinegro praiano.

Para esse duelo importante, Cuca mandou a campo o que tinha de melhor. Nas laterais, Mayke e Zé Roberto, que substituiu o suspenso Egídio. Juninho e Luan na dupla de zaga. No meio campo uma formação um pouco mais leve com Jean, Tchê Tchê e Moisés e no ataque, Dudu, Deyverson e Willian. A condição do gramado dessa vez, influenciou e muito para o andamento do jogo. O Alviverde tentou sair para marcar pressão e teve boa presença no campo de ataque.

No primeiro tempo, a estratégia do Palmeiras era prensar o Santos no campo de defesa. Uma vez mais, o time de Cuca tentava por baixo nos toques rápidos com Moisés e Jean e também chegando próximo à área as bolas alçadas eram uma arma Alviverde. Pela direita, Mayke fez uma de suas melhores partidas pelo Verdão ao conter investidas do rival. Por outro lado, Moisés não foi bem. O camisa 10 foi “encaixotado” na marcação santista de Matheus Jesus e pouco criou ofensivamente.

O Santos limitava-se apenas a defender o empate sem gols e escapar em contragolpes com Copete, justamente do lado de defesa palmeirense onde atua Zé Roberto. Apesar de estarem mais presente no campo de ataque tentando trabalhar com toques curtos e aproximação, faltou aos atletas Palmeiras uma chegada mais efetiva na área santista. A jogada mais perigosa do Alviverde foram um cruzamento de Willian, que Vanderlei tirou com o pé e um chute perigoso de Jean, que foi para fora. No mais, o arqueiro santista praticamente não teve trabalho, pois a defesa bem postada do time da Vila tirava todas.

Por outro lado, Fernando Prass precisou trabalhar em algumas bolas importantes. Na primeiras, ele saiu para cortar o cruzamento com um soco e a bola sobrou para Daniel Guedes, que arriscou rasteiro de fora. A bola passou perto. Na segunda já próximo ao fim da primeira etapa, teve ótimo reflexo ao evitar o primeiro gol do jogo após a bobeada da zaga Alviverde e o arremate de Ricardo Oliveira.

Na segunda etapa, com o campo um pouco mais seco, Cuca tirou Zé Roberto colocando Thiago Santos para reforçar a marcação com Tchê Tchê na esquerda. Assim, o Verdão aumentou a pressão em cima do Santos. Deyverson não estava em uma noite tão inspirada e chutou torto para fora. Dudu também tentou, mas a bola passou longe do gol. O time da Vila, que veio para empatar, pois a posição na tabela o favorecia, recuou demais chamando o Palmeiras para seu campo e se livrava da bola apenas ficava satisfeito em tirar o perigo que rondava sua área.

Cuca colocou Guerra no lugar de Jean. A chance de mais perigo do Palmeiras foi de Dudu. Moisés recebeu pela direita e cruzou. Deyverson furou no primeiro pau, a zaga tirou e fez com que o camisa 7 chegasse um segundo atrasado antes de escorar para o gol vazio. Percebendo que estava sendo dominado, o Santos subiu a marcação e se deu bem. Guerra perdeu a bola no meio campo e a bola sobrou para Copete pela direita e ele lançou para Bruno Henrique na direita. O atacante só teve o trabalho de cruzar e Ricardo Oliveira sozinho escorou para o gol vencendo Fernando Prass. Palmeiras 0x1 Santos!

Após o gol, Cuca colocou Borja no lugar do “apagado” Willian. O camisa 9 recebeu na entrada da área e chutou forte, mas a bola subiu muito. Ele ainda chegou a sofrer um pênalti não assinalado pela arbitragem. O resultado garantiu, além de três pontos, a primeira vitória santista na história do Allianz Parque.

Palmeiras esbarra na chuva e no Santos

Diante de um Allianz Parque com o gramado encharcado pela chuva fortíssima que caiu uma hora antes da partida e continuou durante o jogo, o Palmeiras foi derrotado por 1 a 0 pelo Santos no clássico do Brasileirão do fim de semana e perdeu a chance de assumir a vice-liderança do campeonato. O gol foi anotado por Ricardo Oliveira, de cabeça. Confira:

O resultado levou o time da Vila para a vice liderança da competição com 47 pontos. O Verdão ocupa a quarta posição com quatro pontos a menos. Na próxima rodada, que ocorre apenas dia 12 de outubro, o Alviverde recebe o Bahia no Pacaembu.

Verdão vai mandar mais dois jogos no Pacaembu

O Verdão solicitou à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) a alteração das partidas diante de Bahia, dia 12 de outubro e Ponte Preta, dia 19. Os jogos devem ser realizados no Pacaembu.

As mudanças acontecem por causa de dois eventos musicais no Allianz Parque dias 15 e 18 de outubro. , os shows de Paul McCartney e John Mayer, respectivamente. Recentemente, o Verdão já utilizou as dependências do estádio municipal. O time de Cuca venceu o Coritiba por 1 a 0 dia 18 deste mês.